De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres, resultando em 60 mil novos casos por ano somente aqui no Brasil. Para conscientizar e informar a todos sobre tal risco, foi criado o Outubro Rosa, em que campanhas de vários tipos incentivam o diagnóstico precoce da doença.

Dependendo do diagnóstico do câncer, o tratamento pode ser feito através da quimioterapia, radioterapia ou até mesmo da mastectomia (retirada da mama). Muitas vezes, a última alternativa pode deixar marcas na mulher, ainda que sejam psicológicas, como a baixa autoestima, podendo dificultar a recuperação.

Felizmente, uma técnica tem sido bastante usada com o propósito de reverter os efeitos que a mastectomia causa nas pacientes. A micropigmentação das auréolas ajuda as mulheres a recuperar a autoestima perdida e, segundo a micropigmentadora, Deise Damas, o procedimento é rápido e não dói nadinha. “Diferente da tatuagem, que alcança uma camada mais profunda da derme, a micropigmentação só atinge camadas mais superficiais da pele, obtendo a longo prazo resultados com raras mudanças na cor. O aparelho usado é um dermógrafo, que deposita o pigmento na pele sem causar cicatriz”, explica.

Cada sessão dura em média 1h30, dependendo da área a ser pigmentada. A micropigmentação dura cerca de dois anos, mas existem algumas regrinhas a serem seguidas! “É importante evitar banhos quentes, água salgada e piscina durante as primeiras semanas. Além disso, não se deve coçar a região nem tirar a casquinha natural da cicatrização, pois pode deixar marcas”, orienta Deise.


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