Apaixonado por fotografia desde a adolescência, Ricardo Sousa se encantou pela forma como a atividade podia contar histórias. Ainda na faculdade, se interessou pelo fotojornalismo, mas, pelas circunstâncias, acabou migrando para um outro campo da fotografia. “Todo mundo queria trabalhar com fotojornalismo, que, na verdade, era um campo muito fechado. Mas aí acabaram aparecendo eventos sociais e eu fui fazendo”, conta Sousa.

(Foto: reprodução/internet

Trabalhando profissionalmente como fotógrafo há mais de dez anos, Sousa faz um pouco de tudo no ramo da fotografia. “Acho muito hipócrita reduzir o fotógrafo a uma determinada área. Acho que experiências distintas capacitam mais o olhar do que ficar somente em um assunto”, explica. “O que mais faço são festas, eventos e casamentos, que é o que me dá mais liberdade para criar”, completa.

Sousa será o cinematografista da próxima edição do Mulheres que Transformam Mais e está cheio de expectativas para o evento. “Essa é a primeira edição da qual irei participar. Quero ver como é a troca entre o pessoal. Acredito muito no networking, pois acho que as pessoas se ajudam muito menos do que elas poderiam e acho que colocar todo mundo para conversar já é um ganho fantástico, pois as profissões se complementam muito”, diz o fotógrafo, que continua: “Pretendo registrar a recepção das pessoas umas com as outras e ver efetivamente a produção e o resultado do evento a partir dessa troca. Quero ver como elas absorvem isso profissionalmente”.


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